Desde o início da intensificação da campanha de vacinação contra o sarampo, a cidade de São Paulo já conseguiu imunizar mais de 280 mil pessoas em apenas uma semana. A ação, que teve início em 3 de agosto, se mostra fundamental em um contexto onde a doença já registrou 20 dos 23 casos confirmados no estado neste ano, todos em crianças sem o ciclo vacinal completo ou em adultos que não receberam a vacina.
Avanços na vacinação infantil
Entre as medidas adotadas, destaca-se a aplicação da chamada “dose zero”, que visa vacinar crianças de 6 a 11 meses. Desde o dia 29 de junho, foram administradas 32.501 doses desse grupo etário, que é o mais afetado pela doença em São Paulo. Até agora, 16 dos 23 casos notificados se concentram nessa faixa etária.
Campanha e mobilização
A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de São Paulo tem monitorado de perto a resposta da população à campanha. Embora a intensificação tenha começado em 3 de agosto, a divulgação e as ações de vacinação nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) já estavam em andamento desde 27 de junho, momento em que cerca de 24 mil doses foram aplicadas. A mobilização gerou um aumento significativo na procura pela vacina, especialmente após as campanhas de conscientização realizadas pela imprensa e por equipamentos públicos.
Facilidade de acesso à vacinação
As vacinas estão disponíveis nas UBSs da cidade de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, e aos sábados, nas AMAs/UBSs Integradas, com horário semelhante. A população pode consultar a unidade de saúde mais próxima através da plataforma Busca Saúde, facilitando o acesso à imunização.
Importância da vacinação
É crucial que tanto crianças quanto adultos completem seu ciclo vacinal, uma vez que a vacinação é a principal forma de prevenção contra o sarampo. A dose zero não substitui as demais vacinas programadas no Calendário Nacional de Vacinação, mas representa um importante passo inicial para proteger os mais jovens.
Com a intensificação da campanha e o engajamento da população, espera-se que a imunização continue a avançar, reduzindo o número de casos e contribuindo para a saúde coletiva em São Paulo.






