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Ratinho se defende de acusações de homofobia em programa ao vivo

Na noite de segunda-feira (10), o apresentador Ratinho utilizou seu programa para se manifestar sobre a investigação da Polícia Civil de São Paulo, que apura declarações suas, consideradas homofóbicas, feitas na última quarta-feira (5). O comunicador expressou sua indignação e…

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Ao vivo no SBT, Ratinho se revolta ao ser acusado de homofobia

Na noite de segunda-feira (10), o apresentador Ratinho utilizou seu programa para se manifestar sobre a investigação da Polícia Civil de São Paulo, que apura declarações suas, consideradas homofóbicas, feitas na última quarta-feira (5). O comunicador expressou sua indignação e reafirmou que nunca desrespeitou ninguém ao longo de sua carreira de quase 30 anos na televisão.

H2: Polêmica gerada por comentário ao vivo
O tumulto começou quando Ratinho comentou sobre o visual do cantor sertanejo Tiago Piquilo, que havia platinado o cabelo. Durante a transmissão, o apresentador fez uma observação que foi interpretada como ofensiva, chamando o artista de “cara de viado”. A repercussão nas redes sociais foi intensa, resultando em uma denúncia formal feita pelo ativista LGBTQIAPN+ Agripino Magalhães Júnior.

H3: Ratinho critica o denunciante
Em sua defesa, Ratinho não mencionou diretamente o nome do ativista, mas insinuou que a denúncia tinha motivações financeiras. “O senhor que está me processando está usando uma entidade para levar vantagem. O senhor sabe que eu estava brincando. O Brasil sabe que eu brinco. Faz 28 anos que brinco na televisão”, declarou o apresentador, questionando o porquê de incomodar a Justiça com processos desse tipo.

H2: Mudanças no programa e conselhos de Silvio Santos
Como resultado da controvérsia, Ratinho anunciou que mudará seu comportamento no palco, decidindo não fazer mais brincadeiras com os convidados. Ele relembrou um conselho recebido do fundador do SBT, Silvio Santos, que também se afastou de interações que poderiam gerar polêmica. “O Silvio Santos falou: ‘Eu não sei tratar criança? Então não vou mais brincar com criança’. E eu vou fazer isso”, afirmou, enfatizando que essa é uma medida para evitar novos processos.

H3: A posição de Agripino Magalhães Júnior
O ativista Agripino Magalhães Júnior reiterou em nota que a denúncia foi protocolada porque “a LGBTQIAPN+fobia não pode ser tratada como piada, provocação ou entretenimento”. Ele defende que as autoridades devem investigar a prática de crime, uma vez que a discriminação deve ser tratada com seriedade.

O inquérito da Polícia Civil segue sob sigilo, e as repercussões da polêmica ainda estão em andamento. A situação levanta questões importantes sobre o respeito e a responsabilidade na mídia, especialmente em um país onde a luta contra a homofobia é uma batalha constante.

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